A informação que o terapeuta procura é então puramente factual. O problema pode ser, por exemplo: "Não consigo me sentir feliz”.



Abaixo estão elencadas todas as etapas de uma sessão de constelação familiar, conforme entendemos e  trabalhos em consultório com maravilhosos resultados. A origem disso tudo é a poderosa obra de Bert Hellinger.

É, também, o que vem sendo feito por importantes consteladores do Brasil e do mundo.
Há consteladores que incluem outras etapas, como orações ou meditações no início ou final das sessões. Essas possibilidades não são descartáveis. Mas é salutar manter presente que a CF é ciência, tem um forte viés científico e, ao mesmo tempo, busca servir os clientes de qualquer doutrina (ateus, católicos, evangélicos, espíritas, zen-budistas etc.

Ordem que recomendamos para a sequência de uma constelação é a que fixamos a seguir.

1a etapa: A definição do problema

O terapeuta pergunta ao cliente (constelado) qual é o problema, ou seja, ele quer saber o que
leva o cliente a uma constelação familiar.
A informação que o terapeuta procura é então puramente factual. O problema pode ser, por
exemplo: "Não consigo me sentir feliz”.
Em geral, a explicação do cliente não pode se desdobrar em muitas frases, em muitos
problemas​. Se isso ocorrer, compete ao constelador verificar o que há em comum nessas


“dores” e reformular uma frase-problema mais sintética​, perguntando ao cliente se esta
frase representa bem sua preocupação atual principal.
Persistindo mais de um problema, o constelador deve recomendar o foco em um dos
problemas​, explicando ao cliente que, para a Constelação Familiar e Sistêmica (CFS), o
método funciona melhor quando foca um problema principal a cada sessão.
O fundamento do método fenomenológico consiste em se concentrar nos fatos, naquilo que é​.
O terapeuta tentará obter informações ao lhe perguntar, por exemplo: "Como é que você sabe
disso?​" O cliente não tem como saber. Uma vez formulado


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