Família é amor. Ter pais e filhos saudáveis, felizes, alegres, unidos é o que mais nos interessa.






Pelo sangue ou pela escolha pessoal, pelas entranhas ou pelo coração, família é um oásis de amor, muito mais do que apenas o DNA!  

Família é  aquele grupo de pessoas formado por antecedentes, atuais companheiros de jornada e descendentes. Somos também o que foram os nossos antepassados. 

Vem dai a benção especial do Gênesis para aqueles e aqueles que honrarem com justiça o pai e a mãe, os mais velhos e as crianças.

Bisavós de nossos bisavós formam nossa família. Netos, tataranetos e seus tataranetos serão o sermos agora, porque incluem-se em nossa família. Somos todos um nesse histórico familiar, digamos que temos um inconsciente coletivo/alma coletiva.


Nossa família é uma única identidade  desde que Deus criou amorosamente cada uma. 

Nasceu para nos proteger, para nos ensinar a amar e ser amados, e a entender os mistérios de Deus sem exigir respostas. 

Feliz de quem, com a família pode se sentir verdadeiramente em casa,  onde se pode ficar à vontade para ser a gente  mesmo e não ter que se adequar à exigências absurdas. Família é espírito!

“Homem algum é uma ilha”, já dizia Thomaz Merton na década de 1960.
Somos seres sociais, que escolhem viver em conjunto, por isso, formam-se famílias.

O Criador formou a família na semana da criação do mundo, soprando a vida nas narinas de Adão e depois suscitando Eva, dando-lhe companhia humana além da dos animais: “não é bom que o homem esteja só”.  


                      O que se pode chamar de problemas familiares?




No entanto, o que fazer quando surgem os evitáveis problemas familiares?

Quem pode minimizá-los?

Como contornar crises e desencontros nos momentos mais difíceis?

Por essa razão desenvolvi um terapeuta familiar em mim, por meio da Constelação Familiar e da Psicanalise.

A família está para nós como um alicerce, que nos norteia e nos mantém firmes.

Porém, às vezes, acontecem alguns desentendimentos, o que pode gerar problemas em que a consciência de felicidade vai embora deixando uns e outros machucados. Esse é o principal objetivo das 
sessões da Constelação Familiar.



                  A construção da família


Pelo que sabemos através do livro do Gênesis então, pode-se dizer que a família é a instituição mais antiga do mistério da vida. Antiga e respeitada, ela acompanha o ser humano desde os seus primórdios.

Além de ser uma entidade bíblica que sofreu inúmeras mudanças ao longo do tempo, e, por ser mutável, a família não se constitui, apenas, como fato natural. Mas se constitui, também, como um fato cultural, o que inclui no contexto aquilo que chamamos de conflitos de gerações.

                Os problemas familiares

Os problemas familiares são sempre de ajustes X desajustes de seus membros, pelas formas como se relacional, pelo entrosamento o desentrosamento entre eles; mas,   antes de serem aqueles horríveis de direito, são de fato energéticos, afetivos, emocionais, financeiros, culturais etc.
Além de relacionais, antecedidos por muito sofrimento, eles dizem respeito a casais que, além da dissolução ou ruptura, devem conservar as relações de parentalidade por seu próprio interesse e, acima de tudo, por interesses na posse dos filhos.

Cada família, no entanto, lida com os conflitos à sua maneira.
 Por isso, é fundamental aperfeiçoar as relações o processo familiar, inclusive a percepção do que seja uma família, em busca de sua solução.
Através dos desentendimentos e divergências de ideias que sempre foram presentes na história da humanidade e da evolução dos seres humanos, podemos pensar juntos em como encarar esses problemas que tornam-se demasiado grandes quando se depararam com essa trágica pergunta, em sua hora mais difícil: “como resolver esses conflitos pela lei?”


Os Métodos Adequados de Solução de Conflitos

Os métodos adequados de solução de conflitos ganharam destaque e importância no ordenamento jurídico brasileiro.
Principalmente pós Resolução 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e com a Lei nº 13.140/15 que trata da Lei de Mediação e também com a aprovação da Lei nº 13.105/15, o Novo Código de Processo Civil (NCPC).

A Mediação Familiar surge como lócus de conflitos, decorrentes estes pela integração dos indivíduos em sociedade.
 Nesse propósito, cabe ao terceiro neutro, conhecido como mediador, trabalhar com as partes em busca de solução, restaurando o status do diálogo.
Ainda assim, com essas legislações vigentes, especialmente o Código de Processo Civil e Lei de Mediação, o Método da Mediação Familiar traz benefício com caráter consensual, obtendo efeito legal.




Como a Constelação pode ajudar?

Partindo desse pressuposto, a Constelação Familiar, aplicando técnicas terapêuticas, permitem encontrar soluções para as pessoas dentro do caos familiar.
Suas práticas iniciaram com o Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, Dr. Sami Storch. Por isso, ela tem se desenvolvido rapidamente, sendo o Brasil pioneiro na aplicação das Constelações Familiares pelo Judiciário.

Outro fator importante: os Métodos Adequados de Solução de Conflitos no Poder Judiciário, atualmente, estão buscando os meios adequados de pacificação social pelas partes envolvidas/interessadas no litígio.
Valorizando a pessoa humana, ressaltando a sua dignidade, para solucionar os conflitos comuns.
A Constelação, que auxilia a Mediação Familiar, é um mecanismo que sempre busca as possíveis alternativas para solucionar os conflitos existentes.
De modo geral, tanto a Constelação e a Mediação trazem a valorização do ser humano e a igualdade das partes envolvidas.


      Melhorias na resolução dos problemas familiares

Nesse radar de visão, esses métodos trazem inovações no instituto do Direito de Família, abrangendo as questões de parentalidade que são: guarda, visitas, alimentos, afeto.
Além das de conjugalidade, que são a separação de corpos, desquite e divórcio.
Ademais, a Mediação Familiar tem finalidade de definir e pacificar os conflitos familiares, como restaurar a comunicação ou o diálogo entre os casais em processo de separação. Como, também, compreender o questionamento, ou seja, com o intuito de humanizar nas relações.

Para concluir, é fundamental lembrarmos que a inserção e o reconhecimento da Constelação e Mediação Familiar nas esferas extrajudicial e judicial vêm admitir uma certa indisposição ao diálogo, ao entendimento nas negociações.
Porém tanto a Constelação quanto a Mediação Familiar nessa fase de mudança de perspectivas  das famílias representa já uma saudável tendência de desjudicializar os conflitos de relações familiares e torná-los parte de um processo que seja proativo, contributivo e essencial ao ser humano, garantindo a todos o acesso à Justiça e a possibilidade de seguir em frente com problemas seus minimizados, por vezes, até vencidos.
Família é amor. E ter membros saudáveis, felizes, alegres, unidos é o que mais nos interessa

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