A gente tem uma tendência natural de querer "agradar" os outros na esperança de sermos favorecidos com a reciprocidade, pensamos:

             “ Eu vou ser bonzinho com ele/ela e ele/ela será bonzinho ou boazinha comigo porque amor. Oi amor se paga.


              Ora, quem consegue fazer diferente disso? Hehehehehe, parabéns! Se você por acaso respondeu sim.

                Mas nunca se deve "dar" esperando alguma contrapartida.

                As relações interpessoais não devem ter um carácter comercial.


                Devemos ser quem somos.


                Devemos "dar" sem segundas intenções, na medida em que o nosso coração permitir e segundo a orientação de Deus.


                As vezes guardar o silêncio no meio de uma contenda (discussão) é uma doação maior que mil palavras. Em qualquer desavença, para não ofender, carregando em palavras que jamais poderão ser retiradas fora do perdão.


                 Nesse caso, menos ê mais.

                Afinal, ficando calados nesse momento, estamos propiciando à outra parte a oportunidade de pensar direito e até de fazer sua própria reflexão sobre o pleito.


Calar se nem sempre é sinônimo de perda.

"Portanto, cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação." Rm 15;2

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