“Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta”. (Carl G.Jung)



Refletir sobre nossas próprias ações é fundamental para que possamos entender se estamos (ou não) seguindo o caminho que gostaríamos de seguir para chegar onde colocamos o coração.




Estudei e estudo Psicanalise com todo afinco, depois da graduação em Filosofia, Teologia e  Pedagogia, para tratar angústias humanas como a ansiedade, a depressão, as fobias, ajudar na auto estima de cada ser, a eliminar complexos e a promover mais auto conhecimento nas pessoas.



Dizem que para enfrentar os dilemas da mente nunca estamos preparados o suficiente e que os profissionais que a isso avocam, confiança não merecem. Acredito humildemente nisso. Cada pessoa sempre é ela mesma, sua história com suas peculiaridades e não há regra geral para descobrir ou ajudar alguém nos quesitos psiquismo e afetividade.

                    
                                                          Psicanálise e Psicoterapia


O que é a Psicoterapia? Quem pode se beneficiar dela?
A mente humana é muito complexa e, mesmo após tanta pesquisa e anos de estudo, ainda não somos capazes de compreender todo o seu imenso potencial.


Filósofos, psiquiatras, neurologistas, psicanalistas, psicólogos e infinidade de pensadores em geral já tentaram (alguns com êxito e outros nem tanto) decifrar aquilo que se passa na cabeça das pessoas.


Dentro do acesso à mente, a psicoterapia é a mais usual. Trata-se de um termo genérico que costuma ser empregado para designar qualquer tratamento realizado com métodos e propósitos psicológicos.


                                                             


A psicoterapia psicanalítica vem gradativamente adquirindo uma alta respeitabilidade como uma modalidade terapêutica capaz de propiciar resultados verdadeiramente significativos.
 Que pessoas se beneficiam com a Psicoterapia? Ela é destinada só a pessoas com sérios problemas emocionais?


Não é necessário ter nenhum dos problemas considerados sérios e/ou graves para fazer terapia.


O que determina quem deve ou não deve se submeter a um tratamento é o padrão de vida que a pessoa escolhe viver. Buscar maior e melhor qualidade de vida inclui ultrapassar limites que condicionam a consciência de si mesmo, de sua personalidade e do seu histórico de vida.


Em meu trabalho rotineiro tenho encontrado de tudo mas o numero de pessoas que desejam viver dessa forma bem mais saudável mentalmente cresce estonteantemente, dado o grau de insanidade em que a humanidade se meteu.


Como a maioria dos colegas psicanalistas sigo valorizando os primeiro o proposito da terapia. Nessa concepção de  atendimento o que se leva mais em conta é o grau de motivação da pessoa que procura um tratamento psicanalítico, o quanto é grande o seu desejo de se ver e se melhorar, lançando mão de alguma boa dose de coragem para fazer tais verdadeiras mudanças interiores.


Toda mudança começa e se conclui no processo de avaliação, decisão e ação. Exatamente nessa ordem. Ser harmonioso e feliz, ter equilíbrio, paz e prosperidade é, numa instância bem crucial, uma escolha de cada um.


 É preciso muita vontade de detectar a mensagem da vida, de ter conhecimento e domínio dos problemas que no dia a dia deixam o paciente triste ou inibido, ao ponto dele se ver impedido de agir e de ser verdadeiro com o que existe no mais profundo de si mesmo. Chegar a esse nível de verdade e coerência exige mudanças nem sempre fáceis, mas sem dúvida,  enriquecedoras.



                          Será que a terapia fica remoendo o passado interminavelmente?



Não, uma terapia psicanalítica não fica falando do passado com olhares fatídicos de resignação inoperante. Tratamos o passado como pai do presente e avô do futuro. Nós somos o presente, irrompemos a cada instante do nada no momento presente, agora, conferidos pelo passado que pode estar num livro de documentação mas nunca nas páginas em branco desse advir inevitável.


Aquilo que ficou mal resolvido no passado pode estar agindo no presente, em forma de toque, auto rejeição, medo, desânimo, ansiedade, entre outros sintomas físicos, modos de ser e agir.


Pode-se até falar do passado, mas mesmo que não se fale, ele está presente. A terapia não olha para o passado. Ela se dirige ao presente. Em função de construir um feliz FUTURO.



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