Barras de Access, algo incrivel, bem confortável que equilibra os 2 lados cerebrais 


As teorias sobre o cérebro humano iniciaram na Grécia Antiga e foram impulsionadas no século XVIII, após o período iluminista, de acordo com Marques (2016, on-line)1, a

Outra contribuição importante na história da neurociência foi a Teoria da Evolução, de Charles Darwin, que contribuiu significativamente para o entendimento da estrutura e funcionamento cerebral. 

A evolução das pesquisas sobre o cérebro foram relevantes a ponto de Ventura (2010) afirmar que o século XXI é o século do
cérebro, no qual as grandes conquistas da humanidade estarão dirigidas para a compreensão das funções neurais humanas.

Para Sousa (2015), os estudos científicos sobre a consciência foram encerrados no início do século XX e substituídos pelos estudos da teoria behaviorista, continuando a serem discutidos no meio da filosofia. O autor afirma que esse assunto voltou a ser discutido no fim do século XX, quando atraiu a atenção dos neurocientistas.
O problema da consciência possui origem na Filosofia Moderna. No entanto, houve uma mudança e, atualmente, discute-se sobre a possibilidade de uma ciência da consciência, isto é, como explicá-la cientificamente. 

 neurociência assumiu a tarefa de responder à questão de como o cérebro é capaz de gerar estados conscientes providos de qualidades singulares (SOUSA, 2013, p. 96).

Marques (2016, on-line)1  demonstra que as pesquisas sobre este tema intensificaram-se com o surgimento de tecnologias, como Raio X e tomografias computadorizadas.

O autor afirma que o termo Neurociência é recente, surgindo em 1970. Ferreira (2010) esclarece que a palavra Neurociência significa ciência ou conjunto que estuda o sistema nervoso. Para Sousa (2014), a neurociência é uma ciência recente e exige discussão filosófica, como as demais ciências. Lent (2001) considera que o que chamamos simplificadamente de Neurociência é, na verdade, Neurociências, pois envolve vários campos de estudo.


Pós-Universo

Segundo Ventura (2010), a história da Neurociência no Brasil iniciou-se na década de 40, no século XX, mas foi a partir da década de 70 que as pesquisas ganharam força e novas direções, com estudos sobre controle neural do metabolismo e os mecanismos de atenção e do sono. O autor confirma que a Neurociência, no Brasil, está representada, principalmente, pela Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC), que congrega a pesquisa básica da área.

“Vivemos no século do estudo da mente e do cérebro. O interesse na área, ancorado no processo tecnológico, tem garantido avanços científicos significativos para a neurociências, contribuindo intensamente para promover
com maior eficácia o entendimento da mente (CARVALHO, 2011, p. 543).

Nesse sentido, Marques (2016, on-line)1  conclui que a neurociência é a área que se preocupa com o sistema nervoso, visa a desvendar seu funcionamento, sua estrutura, o seu desenvolvimento e as eventuais alterações que sofra. Para Lent (2001), há muitas maneiras de ver o cérebro, como há muitas maneiras de ver o mundo.

Você sabe que o seu cérebro é dividido em dois hemisférios – o hemisfério Direito e o Esquerdo. Mas o que cada um faz? 

O Hemisfério Direito de seu cérebro controla todo o lado esquerdo de seu corpo. E o Hemisfério Esquerdo controla o lado direito do seu corpo. Se você é destro - isto é, escreve com a mão direita - é o Hemisfério Esquerdo quem controla isso. 

E se é canhoto – que usa a mão esquerda? Acertou, se você pensou que é o Hemisfério Direito que controla a sua mão esquerda. Este arranjo é chamado de contralateral.
Fonte: Barreto (2008, on-line)2.



Pós-Universo


É de grande importância entender que a neurociência prioriza o sistema nervoso. 

Lent (2001) explica que o sistema nervoso é dividido em duas partes, os sistemas nervoso central e periférico. O sistema nervoso central é chamado encéfalo e engloba a maior parte dos neurônios e está contido na caixa craniana e medula espinhal. Já o sistema nervoso periférico possui menor quantidade de neurônios e apresenta vasta rede de fibras nervosas interligadas por quase todos os órgãos e tecidos do organismo.

“o sistema nervoso, e o cérebro em particular, podem ser estudados de várias maneiras, todas verdadeiras e igualmente importantes (Quadro 1.1 ).

Podemos encará-lo como um objeto desconhecido, mas capaz de produzir comportamento e consciência (LENT, 2001, p. 15).

Para esse autor, no sistema nervoso, os neurônios são amparados em grandes conjuntos com identidade funcional, e cada região contribui para a integração funcional do todo.

Quando conversamos com alguém, vemos e falamos, usando a visão e a linguagem, ao mesmo tempo, temos emoções e memórias. Cada função é executada por uma parte do sistema nervoso, mas todas as partes operam coordenadamente

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